“Sem grandes delongas”

O AUTOR: Escritor, jornalista, sociólogo, Mestre em Letras com uma pesquisa sobre o Rap roraimense. Autor dos livros de contos Roraima Blues e Sem Grandes Delongas. Tem participação em coletâneas de contos, crônicas e poesia. Desde 2009 integra e atua como produtor cultural do grupo Coletivo Caimbé (www.caimbe.blogspot.com.br ), organização que reúne integrantes dos segmentos de Literatura e Artes Integradas de Roraima. Com o Coletivo, organiza desde 2014 o Sarau da Lona Poética, único evento regular deste tipo no Estado de Roraima, sendo também realizado de forma on-line. Participou de feiras e bienais de livro e leitura em Roraima, Paraná, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Integrou de 2010 a 2014 o Colegiado Setorial Literatura, Livro e Leitura do Conselho Nacional de Políticas Culturais do Ministério da Cultura. Edita desde 2004 o blog literário Crônicas da Fronteira (www.edgarb.blogspot.com.br). Publicou entre 2012 e 2018 a coluna de notícias sobre arte e literatura “Rede Literária” no blog Cultura de Roraima (http://culturaderoraima.blogspot.com/ )  e no jornal impresso Folha de Boa Vista (RR).

A OBRA:  O livro Sem grandes delongas  é uma obra de microcontos. O autor é global no estilo e nas palavras, mas prova que em tempos modernos nada mais precisa – ou mesmo possa! – ser regional. O palco da literatura agora atravessa fronteiras em tempo real, trazendo voz e cor de lá, mesmo que você não saiba onde “lá” seja. O estilo simples e direto do autor cutuca o nosso cotidiano. De lá ou de cá. Sem grandes delongas  nos apresenta a simplicidade e a síntese, o cotidiano e o inesperado, o triste e o engraçado, entrelaçados em leitura supreendentemente leve e agradável. Criativos, os microcontos tocam diferentes áreas da vida humana e desumana, tangencia pela melancolia do cotidiano, expõe o lirismo e o humor das relações inusitadas, reescreve a singularidade dos temas do dia a dia.  Enfim, sem grandes delongas, apresenta o pitoresco universo da diversidade humana, libertando-o na síntese textual.  Com o título de Novas eternidades, extraio um dos inusitados microcontos do livro e o transcrevo a seguir:

– Morda-me, Drácula. Transtorme-me em sua amante por toda a eternidade.

– Morderei sim, querida. Mas antes, por precaução, assina aqui este contratinho pré-nupcial de separação de bens.

Lançado pela Editora Novitas, 112 páginas, ano 2011.

Links do autor:

https://linktr.ee/borgesedgar

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